Autor
Fabio Lennon nasceu em 29 de abril de 1973 na cidade de Niterói. Desde cedo mostrou interesse pelo desenho e pela pintura, tendo sido levado inúmeras vezes, por sua curiosidade inata, a se dedicar à varias atividades.
Formou-se em Licenciatura Matemática pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e tem trabalhado desde então no ensino desta disciplina para crianças, jovens e adultos.
A arte sempre foi uma constante em sua vida. Durante sua passagem pela UFF teve a oportunidade de ser bolsista de iniciação científica ligado à trabalhos de Lógica Matemática aplicado a informática no Instituto de Lógica e Teoria das Ciências (ILTC), onde ocorreu um trabalho paralelo de elaboração de um Cd-Rom Infantil (Histórias da Onça Pantaneira) realizando várias animações e desenhos neste Cd-Rom. Em seu trabalho como professor de Matemática pela Prefeitura de Niterói teve a oportunidade de trabalhar em parceria com a área de Educação Artística, realizando um painel (pintura sobre tecido) para a comemoração do Natal de 2001 na Escola Municipal Altivo César.
Antes mesmo de concluir o curso de Matemática, viu-se impelido a buscar mais conhecimento. Ingressou na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) no curso de Pintura. O contato com disciplinas como História da Arte, Estética, Teoria da Percepção, entre outras transformaram seu modo de ver e compreender o mundo a sua volta. Todos os objetos poderiam vir a ser fontes inesgotáveis de experimentação e utilizáveis em seus trabalhos.
Sua maior influencia está na pintura do fim do século XIX e no início do século XX. Identificando-se em grande parte com o fazer Expressionista. Evidentemente toda a arte do século XX exerce grande fascínio em sua atividade de pesquisa. A arte além das fronteiras das telas, utilizando todo o mundo a sua volta para compor suas obras, buscando um fazer baseado na mimese ou não. Utilizando uma linguagem pictórica analógica, distorcendo voluntária e intencionalmente a realidade, ou simplesmente deixando o subconsciente guiar as mãos no ato de representar sua realidade muito particular.
